terça-feira, 31 de julho de 2012

Steak au poivre vert

Mês que vem é Agosto, agosto do convidado será. Neste mês o cardápio do Culinária Afetiva Restaurante Particular quem faz é você. Antecipando a idéia, aí vei uma sugestão do cardápio da Dani Kaiute. Vamos ver o que é:



Menu Agosto do Convidado

Entrada
Salada Caprese com Tomate Confit

Prato Principal
Steak au Poivre vert com Purê de Batata

Sobremesa
Banoffee Pie

Data
30.07.2012 as 20h 30min

Valor
60,00

Você traz o que for beber, o resto é por nossa conta!

Fotos do Nhoque da Sorte

Neste domingo, dia 29 de julho teve nhoque da sorte aqui no Culinária Afetiva Restaurante Particular. O cardápio foi salada verde com vinagrete de ameixa vermelha, nhoque de batata salsa com ragu de pernil de porco e de sobremesa, pudim de clara e queneles de chocolate. O Nhoque foi uma adapatação de uma receita do Henrique Fogaça, do Sal Gastronomia, que leva um ragu de javali e faz os nhoques na frigideira.

Vamos as fotos.

Cartaz

A galera aguardando repetir o prato.

Lex Luthor dando o ar da graça por aqui.

Pout purri de nhoques, por Christiano Möntiani

Pudim de clara, por Dani Kaiute.
Muita sorte a todos e muito obrigado!!!!

Fotos da Galinhada

Na semana passada teve galinhada, a casa com lotação máxima recebeu 12 pessoas e por isso resolvi inaugurar a mesa do chef. Além da mesa central, quem quiser sentar perto do fogão, tinha espaço perto do cozinheiro. A turma gostou dos palitos de tapioca, da galinhada e do quimdim de Iaiá. Obrigado a todos.
Mesa de diletos convidados

Chef Santiago em momento de descontração


Eis a mesa do chef ilustremente composta por Huanita, Fernanda e Jetson.
  
Galinhada fumegante.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Fotos do Pad Thai

Olá pessoal,

ontem teve mais um jantar no restaurante particular. E dessa fez foi Pad Thai como prato principal. Não fiz muito picante, e também servi com um molho chamado "brio", que é a base de pimenta, limão, açucar e calabresa. O grande segredo da cozinha tailandesa é o equilíbrio entre o doce, salgado, azedo e  apimentado. E esse molho veio bem a calhar. 

Pad thai

A entrada foi o "malai kofta", que são bolinhos de queijo minas frescal, pimenta caiena, manjericão, sal e farinha de trigo para dar liga. Ele é servido com um molho picante a base de pimenta caiena, coco ralado, semente de coentro, de cominho, manjericão e creme de leite.

Os convidados 


A sobremesa foi uma sopa quente de manga e maracujá com perfume de manjericão e pimenta rosa, tudo isso com uma bola de sorvete para acompanhar.


Sobremesa 

Amanhã tem mais, o prato principal vai ser galinhada e mês que vem tem novidades bem legais!!!

Um abraço afetivo a todos,

Rodrigo Santiago.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Pad Thai

Hoje tem no Restaurante Particular o seguinte cardápio:

Entrada: Malai Kofta
Prato Principal: Pad Thai
Sobremesa: Sopa quente de manga e maracujá com perfume de manjericão e pimenta rosa.
Mais informações no santiagoabagge@gmail.com
Vagas limitadas!

Língua com polenta cremosa

Aqui as fotos do jantar passado, que aconteceu na quinta-feira, dia 19. Estavam presentes, Thiago, Daniele e Vinícius, que por sinal escreveu um post bem interessante em seu blog (clique aqui).

Em tempo, o Vinícius nos presenteou entre outros vinhos, o espumante Salton Gerações, da víncola Salton. Realmente impressionou e veio a comprovar nossa superioridade em matéria de espumantes.

Cartaz do dia

Polenta cremosa in progress

Língua com molho.

Creme de abóbora com especiarias

Yummy Dani

Língua e polenta cremosa

Depois de tudo.
Depois de tudo, muito obrigado a todos!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Bruschetta de Polvo


Esta receita é do Sal Gastronomia, comandado pelo Chef Henrique Fogaça. No ano passado eu fui lá e comi essa bruschetta como entrada. É genial e por isso resolvi colocar no cardápio do jantar de terça-feira passada. 
Bruschetta de polvo

Ingredientes
1 tomate
20g de palmito pupunha
1/2 maçã verde
5g de gengibre 
20ml de azeite
10ml de vinagre de vinho branco
1 limão
Açúcar e sal a gosto
Hortelã a gosto
100g de polvo
1 dente de alho picado
Azeite para fritar
2 fatias de pão italiano (2 cm de espessura)
Modo de preparo
Faça primeiro o molho vinagrete.
Pique o tomate, o palmito e a maçã em cubinhos. Misture-os em uma vasilha e acrescente o gengibre, o azeite, o vinagre e o limão. Em seguida, uma pitada de sal e outra de açúcar para quebrar a acidez. Por último, adicione a hortelã picada, mexa bem e reserve.
Para o preparo do polvo, cozinhe-o durante 7 minutos na panela de pressão com água e um pouco de sal. Lamine em fatias de tamanho médio e leve ao fogo, durante 1 minuto, em uma frigideira com um fio de azeite e um dente de alho bem picadinho.
Leve o pão ao forno por 3 minutos. Na hora de montar as bruschettas, ponha um pouco de vinagrete, disponha metade do polvo e cubra com mais um pouquinho de vinagrete.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Fotos do Jantar de 17 de julho

Para quem não veio, o registro fotográfico dos pratos servidos ontem, terça-feira, dia 17 de junlho.


A entrada foi bruschetta de polvo com vinagrete de maçã verde.


 O prato principal, papillote de pescada com manteiga de gengibre e ervas e risotto ao perfume de capim santo.


A sobremesa foi a clássica receita de mousse da minha mãe, que eu chamo de mousse Carmen Lúcia. 

E os convidados que estiveram ontem provando a aprovando os pratos. 
Valeu pessoal!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Rabada no Restaurante Particular do Culinária Afetiva



Cardápio
Entrada: Salada verde com carpáccio de beterraba
Prato principal: Rabada com mousseline de batata salsa
Sobremesa: Pudim de leite
Valor: R$ 35,00

As bebidas é com você!

Apareeeçam!!!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Cardápio do mês de Julho



Pessoal, agora sim, o Culinária Afetiva está a todo o vapor e já fiz os cardápios para o mês inteiro. Quem quiser se programar e fazer as reservas com antecedência, é só avisar. Ainda não coloquei o valor dos jantares, faço isso na semana que vem. Estarei trabalhando entre 8 a dez lugares por evento. Eventuais mudanças no cardápio serão informadas.


Dia 10, terça-feira
Entrada: Fatouch
Prato principal: Tajine de cordeiro com couscous
Sobremesa: Tarte tatin
Valor: R$ 65,00

Dia 12, quinta-feira
Entrada: Salada verde com carpáccio de beterraba
Prato principal: Rabada com mousseline de batata salsa
Sobremesa: Pudim de leite
Valor: R$ 35,00

Dia 17, terça-feira
Entrada: Bruchetta de polvo com vinagrete de maçã verde
Prato principal: Risotto ao perfume de capim santo com papillote de peixe com gengibre
Sobremesa: Mousse de chocolate
Valor: R$ 65,00

Dia 19, quinta-feira
Entrada: Creme de abóbora com especiarias
Prato principal: Língua com ervilha e polenta
Sobremesa: Brownie
Valor: R$ 35,00

Dia 24, terça-feira
Entrada: Bolinhas de queijo com curry vermelho
Prato principal: Pad tai
Sobremesa: Sorvete com calda de maracujá e manjericão
Valor: a definir

Dia 26, quinta-feira
Entrada: Espetinhos de tapioca
Prato principal: Galinhada
Sobremesa: Bolo Souza Leão com calda de café
Valor: a definir

Interessados entrar em contato pelo e-mail santiagoabagge@gmail.com ou pelo telefone 8822-5834.


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Empreendedorismo na veia!!!

Que merda é essa de ir no SEBRAE, assistir palestras do TEDx, Empretec e o caralho a quatro? Acabo de ler um post definitivo sobre negócios e selvageria. Tanto é que copio e colo diretamente do blog do Barcinski, que por sinal escreve paracaralho e sigo copiosamente todos os dias, mais ou menos.

Aí vai a pedrada. Abre aspas.

Há alguns dias, reencontrei um conhecido que não via há muito tempo.
Ele é dono de bares e restaurantes. Não vou dizer onde para não entregar o sujeito. Vamos chamá-lo de “M.” M. me convidou para visitar um de seus bares, que estava completando 11 anos.
- Onze anos? E você já tirou o alvará? – brinquei com ele.
- Alvará? O que é isso?
 Fiz a brincadeira porque o assunto “alvará” era recorrente em nossos papos. Há uns oito ou nove anos, eu estava com idéia de abrir uma casa noturna e fui pedir conselhos a ele. Perguntei sobre os procedimentos de alvará, regulamentação, etc. Nunca esqueci a resposta:
- Alvará é coisa de otário. Pega o dinheiro que você vai gastar em obras e alvará, deixa 20% num cofre e guarda pra pagar o fiscal quando ele aparecer. Você vai economizar uma fortuna.
Não segui o conselho. Escolhi o caminho “do otário”. Foi um processo longo, frustrante e muito, mas muito caro.
Apesar de discordar da postura de M., sempre gostei dele e me divertia com suas histórias. Sua cara de pau era impressionante: certa vez, a Prefeitura colocou um daqueles blocos de cimento em frente a um de seus bares. M. foi lá com uma marreta, destruiu os blocos e reabriu imediatamente. Sua filosofia era: “Fiscal feliz não enche o saco”.
Quando descobriu que havia um terreno baldio colado a uma de suas casas noturnas, M. abriu um buraco na parede e fez um “fumódromo” no terreno do vizinho.
M. é empresário da noite há quase 20 anos e se orgulha de nunca ter tirado um alvará, pago uma multa ou feito uma obra exigida pelas leis de segurança. Sobreviveu ao século 21 todo na ilegalidade. Também nunca passou uma noite na cadeia e, a julgar pelo carro que usa – um SUV de 140 mil reais – está bem de vida, obrigado.
Um dia, M. me convidou para visitar uma nova casa que ele tinha acabado de inaugurar. Cheguei lá e achei que estava no lugar errado: o lugar tinha o teto cheio de infiltrações, banheiros quebrados e fios expostos. Parecia um cativeiro.
M. me perguntou o que eu tinha achado. Fui sincero: disse que aquilo ali era podre até para os padrões dele. M. riu e disse que só ia usar o lugar por uns cinco ou seis meses, porque o dono estava vendendo o imóvel.
- Não vale a pena investir em obra se eu só vou ficar aqui um tempinho, né?
Você tem de admirar o sangue frio de um sujeito desses. Imagine passar a vida toda sem cumprir uma regra?
Mas as idéias dele, mesmo que absurdas, até fazem algum sentido, quando colocadas no contexto das leis kafkianas e regulamentações insanas que existem no Brasil.
O que aprendi com M.:
- Leis não existem para facilitar a vida de comerciantes e empresários, mas para dificultá-la e, assim, impulsionar a indústria da corrupção dos fiscais.
- Um real gasto com obras ou regulamentação significa um real jogado fora.
- Quando for abrir um negócio, abra de qualquer maneira e não se preocupe com papelada. Isso você resolve depois.
- Agradar o cliente é importante. Mas agradar o fiscal é muito mais.
Claro que não concordo com nada disso. Mas que é uma maneira interessante de ver o mundo, é.
 
Fecha aspas.
 
Chupado daqui, ó: Blog do Barcinski

Para os cozinheiros de crocs

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Gastronomia: nem alta, nem baixa.

Acabo de ler um texto do Dória no blog dele (aqui o link) sobre a virada cultural e as comidas de rua feita pelos chefs renomados e blá blá blá. O que me marcou foi sua leitura, ou melhor, visão e a defesa por uma gastronomia única, deixando de lado os conceitos de alta e baixa gastronomia. 

Sobre a alta ele escreve: " “Alta gastronomia” tem uma história resumida na “Grande Cozinha” ou “Alta Cozinha” - assim, em maiúscula - conforme August Escoffier defendeu no seu livro Guide Culinaire (1902). Ele reuniu “5.000 fórmulas” (receitas) do que entendia ser esse patrimônio da nobreza e da alta burguesia francesas desde Carême. Era a própria identidade francesa, subordinada ao modo elitista de se comer. Existia também a cuisine bourgeoise, que é outra história."

Sobre a baixa, sentencia e conclui: "Diante de uma coisa tão excludente, cunhou-se recentemente a expressão “baixa gastronomia”, que é outra bobagem, pois reproduz a ideia de que gastronomia vive mesmo é em gueto; como se “comer bem” não pudesse aspirar à universalidade. Nas feiras, umas barracas de pastel são mais concorridas do que outras. Isso é gastronomia. Nem alta, nem baixa: simplesmente gastronomia. Há gastronomia por toda parte, assim como comida ruim. Por isso soa tão anacrônico o que disse o Secretário da Cultura do município sobre a Virada Cultural (“alta gastronomia é coisa para poucas pessoas”). Mas, compreende-se, pois, afinal, são poucos os países que reconhecem certos fenomenos da economia de massas (a “moda”, a “gastronomia”, o “design”) como propriamente culturais." 

Parece-me que era exatamente o que precisava ser dito, escrito, falado, mas a turma estava tateando no escuro conceitual, ao menos eu. Depois disso, a coisa ficou mais clara. Novamente aqui vai um elogio público ao Carlos Alberto Dória, cujo texto afiado não espanta, mas convida para uma próxima refeição.

 


terça-feira, 8 de maio de 2012

Circuito Brasileiro de Degustação


Eis um evento que vale a pena para conhecer o vinho brasileiro, em especial a safra história de 2011. Destaco desde logo a Don Laurindo, Pizzato, Dal Pizzol, Antonio Dias, Domno e Salton.