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| Afinal, quem tem amigos não precisa de jabá. |
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Geléias Caramelodrama
A Carol Garofani, da Caramelodrama Confeitaria, lança as geléias deliciosas com sabores bem interessantes e é com imenso prazer e orgulho que compartilho aqui no blog. Afinal, todas as sobremesas do Culinária Afetiva são da Caramelodrama. Assino embaixo.
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terça-feira, 3 de abril de 2012
Hasta la vista Grande Hotel
Há mais de um ano passei pela primeira vez por esse portal de utilidade duvidosa, mas que aponta a chegada em Águas de São Pedro. Lá estudei no Senac no curso de Cozinheiro Chef Internacional, seguido de uma temporada como ajudante de cozinha temporário que acabou no carnaval. Depois eu fui para Curitiba passar umas férias e tal. Durante essas férias fui para o Vale dos Vinhedos (Bento Gonçalves), no Rio Grande do Sul, retornei a Curitiba e vim para Brotas chefiar a cozinha do Brotas Eco Resort. Como faz um tempinho que não posto nada aí vai um resumo dos últimos acontecimentos.
Trabalhei no Grande Hotel São Pedro, Hotel-escola do Senac como auxiliar de cozinha durante as férias. Fiquei na legumeria, chefiada pelo Chiquinho, um puta cozinheiro, gente fina e ponta firme. As vezes eu ia para a cozinha quente ou era chamado pelo sous-chef e lenda viva do Grande Hotel, o Chaves. Assim deu para aprender bastante. Desde a feijoada do Dino, a quiche no almoço, como abrir o cardápio, delegar funções e ficar atento ao horário do buffet.
Trabalhei no Grande Hotel São Pedro, Hotel-escola do Senac como auxiliar de cozinha durante as férias. Fiquei na legumeria, chefiada pelo Chiquinho, um puta cozinheiro, gente fina e ponta firme. As vezes eu ia para a cozinha quente ou era chamado pelo sous-chef e lenda viva do Grande Hotel, o Chaves. Assim deu para aprender bastante. Desde a feijoada do Dino, a quiche no almoço, como abrir o cardápio, delegar funções e ficar atento ao horário do buffet.
Nesta foto dá para ver o fogão da cozinha quente a alguns alunos no fundo.
Durante o contrato de trabalho (temporário) eu recebi uma proposta de trabalho no Brotas Eco Resort. Eu e o Marcelo, um colega do CCI. Fomos até lá, fizemos uma entrevista e aceitamos a proposta. Só fiz uma ressalva, que eu iria trabalhar no senac até o fim do contrato. Ou melhor, acabei trabalhando lá até o carnaval, pois queria mais tempo em Curitiba e não iria protelar o início das atividades em Brotas.
Certamente 2011 foi um ano e tanto, o SENAC de Águas de São Pedro marcou o início da minha vida de cozinheiro, coroada pela passagem do ano atrás das panelas e sob a batuta do Chef Jorge da Hora. Além disso o restante da brigada, alunos e amigos e conhecidos deixei para trás carregando boas lembranças.
Hasta la vista!
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Diversão nas férias
Uma vez me perguntaram o que eu achava de trabalhar equanto as pessoas se divertem. Respondi que o meu trabalho é diversão, levada a sério, mas é divertido paracaralho. Além disso, o meu trabalho proporciona as pessoas terem prazer, ou seja, ganho dinheiro com o prazer das pessoas. Contrariamente a outras atividades, por exemplo a de advogado, em que o cliente vai num quando está na merda ou fudido. Ninguém, em sã conciência, vai a um advogado num momento de alegria. Dá para concluir tranquilamente que o advogado ganha seu sustento com a desgraça alheia. E de quebra não se diverte tanto quando um cozinheiro.
Voltando a vidinha aguasampedrina, para quem segue esse blog, primeiro minhas desculpas por um tempo tão grande sem nada postado, segundo, para quem também não sabe, não voltei a Curitiba. Aliás nem pretendo, por enquanto. Uma visita ou outra sim. Mas pretendo ficar trabalhando por aqui. E foi o que aconteceu. O último dia de aula, 04.12.2011, foi meu primeiro dia de trabalho no Grande Hotel Senac. O Chef Jorge da Hora, tinha me ligado uns dias antes e me perguntou se eu queria trabalhar nas férias. E aqui estou. Passei o Natal aqui, na magnífica companhia da Dani, que transformou um natal longe de todos o melhor deles. Valeu amore!!!! Já no ano novo, queria ter retribuído a presença da Dani e ter ido para Curitiba, mas não deu. Assim, dentro das possibilidades, passei a virada do ano exatamente como eu queria: cozinhando.
Sobre o trabalho no Grande Hotel São Pedro, estou na legumeria desde os primeiros dias, isto é, meu trabalho é literalmente, descascar batatas e manipular demais legumes, vegetais, folhas e frutas. A cozinha do hotel recebe a clássica divisão, assim: Legumeria, Açougue, Cozinha Central, Padaria e Confeitaria e Garde Manger. Os outros setores não manipulam quase nada, recebem os vegetais e frutas limpas, pesadas e cortadas, prontas para serem cozidas, fritas, grelhadas etc. O mesmo acontece com o açougue, dadas as proporções. Quando tem muito serviço na cozinha central e tem alunos na legumeria, o Chaves me chama para fazer alguma coisa. Ah, como se trata de uma escola, tem alunos do curso de capacitação para cozinheiro. É um curso que prepara os alunos a serem cozinheiros. A carga horária é de cerca 816 horas (obrigado pela correção, Nozor) e a maior parte do tempo os alunos aprendem na cozinha. Um pouco de teoria e já se jogam na prática. Assim, todos os setores recebem a ajuda dos alunos, que trabalham como se empregados fossem, a diferença é que eles são alunos e tal. Eles não pagam pelo curso, nem pela acomodação, tampouco pela comida e recebem R$ 80,00 como ajuda de custo. Funciona assim. É uma galera que não está para bobeira, deu mole, a onda leva. O esquema para eles é cheio de regras e tal, mas isso é assunto para outro post.
Por enquanto é isso, vou aproveitar o resto do sábado que acabou de chover e a minha folga amanhã.
| Degustação de pizzas, olha aí o Dijalma de calça preta e o João encostado no balcão. |
| Olha aí o Messias de novo no blog, a Ana e a Silvana, ambas alunas do Básico. |
| Salão de recreação para os funcionários. Antes era uma igreja. |
| Hóspedes aguardando os fogos de artifício na portaria do hotel |
| Brigada da noite, Ilmar, Guilherme e misqueci. |
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
A mão que mede as coisas
A idéia de medidas nas receitas, opa. A idéia de receita vem de uma forma de repetição que funcionou, um meme, segundo Carlos Dória. Daí vem o apego a medidas. Mas para que elas servem, para acertar o ponto e a quantidade. Vejamos, calcula-se 100gr de arroz por pessoa para fazer risotto, mas se acompanhar carne, o peso vai a 50gr. Para uma parte de arroz se usa duas de água ou de caldo. Pois bem, é aí que quero chegar. A questão é de proporção, e não de medidas, salvo a confeitaria. Para tornar a cozinha mais prática e dinâmica replico aqui uma imagem que achei no marketingnacozinha.com.br, que por sinal é bom pacas.
Aí sim, qualquer receita pode ser feita com as mãos, literalmente.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Depois do Romeu e Julieta, São Paulo com Carmen e Carlos
Continuando a saga do CCI, após o evento de final de ano, fui me encontar com meus pais em São Paulo, onde demos uma boa andada por restaurantes e coisas afins. Mercadão, Kinoshita, Bar da Dona Onça e Feira Andina.
Primeiro nos encontramos no mercadão e como não poderia ser comemos um pastel de bacalhau, bolinho de bacalhau e sanduíche de pernil. Nada de mortadela. A noite fomos no Kinoshita, logo na chegada, perguntei pelo Chef Murakami, que nos atendeu de maneira mais do que simpática. A essa altura já tinhamos pedido o menu degustação, após uma breve conversa sobre comida, amigos e formação acadêmica, ele anunciou que faria um "up-grade" no menu, de seis pratos para nove. Aí começou o jantar: - espinafre branqueado; shot de ovas, ovo e tabasco; sushi de atum, salmão com manteiga trufada, um molusco de nome esquecido e enguia; sashimi de salmão com vegetais crocantes, salmão com natto e misô (receita da avó do Murakami, originária da ilha de Hokkaido); Kobe beef; tempura de camarão e legumes e sorvete de café e um moti com ganache de chocolate, que recebe o nome de peitinho. Entre um prato e outro aparecia o Murakamisan, esbanjando simpatia e alegria. De longe ele orientava toda a brigada, sobretudo para manter o alto astral na cozinha e salão. Ele fazia um gesto para todos sorrirem enquanto trabalham. Isso marcou muito, afinal não dá para cozinhar emburrado ou enfezado. Além disso, explicou aos meus pais a beleza do arroz para sushi e o que é a simplicidade complexa da cozinha japonesa. Ao fim, saí daquele restaurante um homem diferente. Sim, o Kinoshita traz uma experiência única. Deixo aqui meus complimentos públicos ao Murakami, pelo trabalho, pela personalidade e carinho demonstrado. Arigatou Murakamisan.
No dia seguinte, fomos almoçar no Bar da Dona Onça, que fica no centrão de São Paulo, para ser mais exato, no edifício do COPAN. Com o Jeferson e Janaina Rueda, o bar é um ponto badalado em São Paulo. Descolado e barulhento, moderno e retrô, o Bar da Dona Onça prima pelos drinks e massas, bem como os pratos mais prosaicos. Minha mãe foi de contra-filé e fritas, eu pedi uma feijoada, muito boa por sinal e meu pai, quando eu disse para ele que tinha dobradinha ele se amarrou no prato!
A tarde dei um pulo na Tag and Juice, para variar. Sempre que estou em SP eu vou lá para dar um oi para o Pablo, Billy e uns amigos, Netão, Pulice "et caterva". Lá eu via a Velorbis, uma bike retrô alemã. Como diria o Guilherme Caldas, dá vontade de passar manteiga e comer assim mesmo.
A noite iriamos num outro restaurante fodaparacaralhoetal, mas optamos por uma pizza. Tranquilo. No domingo me despedi dos meus pais e fiquei por lá até ao meio dia, pois voltaria para Águas de São Pedro. Mas antes me encontrei com o Checho Gonzales na Estação Armênia do metrô, e fomos até a feira andina. Lá comemos saltenha, comprei umas coisas bem interessantes: batata desidratada, milho azul, pimenta defumada e assim por diante. Tinha conhecido o Checho no gastronomiadas em Águas de São Pedro e ficamos de tomar uma cerveja quando fosse a São Paulo. Finalmente deu certo, conversamos sobre muita coisa e foi bem interessante tudo. Infelizmente não deu para ficar mais por causa do horário de retorno para Águas, mas da próxima vez espero que dê certo. Valeu Checho!!!!
| O pai escolhendo o vinho, um Chardonnay Italiano, mas o nome vou ficar devendo. |
| Espinafre branqueado |
| Cozinha kappo |
| Carlito e Carmita |
| Kobe beef |
| Sorvete de café e peitinho |
| Eu e Murakami |
| A fachada do bar, que fica no térreo do COPAN |
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| Santiago, mafia style |
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| Paizão esperando a dobradinha |
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| Mãezinha do coração e seu sorriso encantador. |
| Dobradinha |
| Velorbis na Tag and Juice |
| Batatas desidratadas |
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| Milho preto, com ele se faz chicha morada |
| Milho branco seco, batata desidratada, favas e milho preto |
| Checho e uma banda peruana! |
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Jantar com Romeu e Julieta, mais fotos
| Valeu mãe, valeu pai! |
| Gustavo, esse forno está com as temperaturas em Farenheit! |
| Mara, a atriz atacando de Julieta |
| Do lado de lá da boqueta, Tina e Gustavo. Do lado de cá, a professora Ludmilla e a coodenadora Mariana |
| Luis, coloca mais parmesão na polenta, por favor. |
| Momento freudiano. |
| André Kussumoto, Klaus Vidrik e Jorge da Hora, professores do CCI |
| Dani, dona do Mailleur a coeur |
| A minha dólmã é mais descolada que a tua, Rodrigo! Arrá! |
| Não, hoje não tem porção de bolinhas de queijo. |
| A música era mais ou menos assim, lá lá lá ri... |
| Ei Luis, faz cara de sério que tamo na foto. |
| Pais do Gaeta |
| Montando as piadine |
| Patrícia, coordenadora dos cursos livres, Nãoseiquemé, Cíceera, diretora do Senac e Mariana, coodenadora do CCI |
| Olha para cá Dani, pliz! |
| Você viu meus óculos, Luis? |
| Sal? Pimenta? Tá bom? Hein? Hein? |
| Rodrigo, Luis, Gaeta e Tina |
| Ai meu ursinho do prazer. |
| Antonio Prado, foi quem nos apresentou os artistas que encenaram a peça. |
| Luciano Pacconi, esbanjando charme, luxo e sedução no papel de Romeu |
| Mãe e filho |
| Filho, mãe e pai |
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| Carmen, Carlos, Rodrigo e Dani |
| Por que bacon é vida |
| Manteiga, mais manteiga! |
| Hummmm! |
| Delícia! |
| Rodrigo, polenta, panelas, Luis e Clô discostas. |
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