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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A mão que mede as coisas

A idéia de medidas nas receitas, opa. A idéia de receita vem de uma forma de repetição que funcionou, um meme, segundo Carlos Dória. Daí vem o apego a medidas. Mas para que elas servem, para acertar o ponto e a quantidade. Vejamos, calcula-se 100gr de arroz por pessoa para fazer risotto, mas se acompanhar carne, o peso vai a 50gr. Para uma parte de arroz se usa duas de água ou de caldo. Pois bem, é aí que quero chegar. A questão é de proporção, e não de medidas, salvo a confeitaria. Para tornar a cozinha mais prática e dinâmica replico aqui uma imagem que achei no marketingnacozinha.com.br, que por sinal é bom pacas.


Aí sim, qualquer receita pode ser feita com as mãos, literalmente.

sábado, 8 de outubro de 2011

Os pontos da carne

Achar o ponto de uma carne grelhada é uma tarefa que depende de tempo e calor. Basicamente no fogo alto ela vai grelhar por fora e ficar mal passada por dentro. Se o fogo for baixo ela vai atingir o ponto com menor diferença. Porém se a temperatura for baixa demais e estiver numa frigideira ela vai juntar água e cozinhar, em vez de grelhar. Então eis algumas coisas a serem levadas em conta quando for grelhar uma carne: 

1. Parto do princípio que o corte seja alto, com, no mínimo 2 cm de altura. 
2. Aquecer bem a grelha, o teste da água vale a pena: coloque um pouco de água (uma colher de sopa) sobre a panela. Se ela se comportar feito mercurio é por que a temperatura está boa. Isto quer dizer que as moléculas de metal estão bastante agitadas.
3. Adicione óleo ou besunte a carne com óleo, junto com sal e pimenta.
4. Coloque a carne sobre a frigideira, grelha, sautese etc. 
5. Não fique mexendo, virando a carne e coisa e tal. O negócio é virar apenas uma vez. E quando for fazer, colocar a carne na marca deixada na frigideira.
6. Quando começar a verter sange na parte de cima da carne é que o centro está quente. Pode virar.
7. Virou? Aguarde um pouco mais.
8. E é aí que entra o macete da mão. É assim, você enconsta o dedão no indicador. Com a outra mão você aperta logo abaixo do dedão, onde a flecha indica. Daí você vê a resistência da carne e compara com a própria mão. Veja as fotos.

Mal passado, macio.

Ao ponto, médio.

Bem passado, duro.

Esturricado, tijolo.
Vale lembrar que quanto mais bem passado menos gosto da carne se sente. Por isso é que nos restaurantes a carne bem passada é a mais velha.

domingo, 2 de outubro de 2011

A hora da verdade, pequeno gafanhoto.

No dia seguinte a aula demonstração de sushi fizemos o evento de comida fria japonesa. Isto é, com apenas um dia de aprendizado e quase nada de prática oferecemos um super almoço a convidados e penetras. Repetimos o que aprendemos. As sete da manhã estavamos lá, cozinhando arroz e fazendo todo o mise-en-place para as produções. Nessa ordem foi: arroz, amaso (tempero avinagrado para o arroz), polvo, limpeza de peixes, preparo de vegetais, sushi, sashimi e mise do temaki, pois esses faziamos na hora. Eis as fotos.

O ataque dos sushis assassinos



Sushis em formação


Salada de polvo



Mise en place do temaki

Muito bom esse temaki, Rodrigo. (Denise)

Praça 1 rocks!
Meninos, esse sushi tá bom pacas!

Looney Tunes

Qualé, vai encarar?


Danieli e Luiz a esquerda
Ficam aqui meu agradecimento público a Cristiana, Luiz e Gustavo por dividirem a praça comigo.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fim de semana em Jaú

Neste final de semana fui com a Tina e o Gaeta para a cidade natal dele para ajudá-lo a cozinhar numa festa de aniversário de dois amigos. A idéia era fazer o serviço empratado, com aperitivo (bruschetta de tomate), entrada (carne de onça ou steak tartar), primeiro prato (bavete a carbonara) e segundo prato (mignon com manteiga de ervas) e um bolo de sobremesa (o bolo foi encomendado). Fico devendo as fotos dos pratos, dada a correria que foi. As fotos são da família do Gustavo, que nos recebeu de braços abertos. Fizemos um tour etílico na sexta-feira a noite, fomos no Polaco, comer leitoa e frango a passarinho (ogrisse master!), conhecemos a lujinha do Gustavo, a Casa Letaif e nesta ocasião, conhecemos os avôs dele, que apesar de idade avançada, demonstram uma força brutal e uma alegria de viver contaminante. A noite cozinhamos feito alucinados e no domingo voltamos para Lost, digo Águas de São Pedro. Valeu, Gustavo!

Tina e Gustavo no quintal da casa dos avós dele



Depois dessas sfihas já posso morrer

Lujinha do Gustavo


Catequismo ogro